Há alguns posts comentei que não era possível fazer muita comparação entre Portugal e Brasil. A razão da afirmativa é pq enquanto Coimbra é uma cidade com 200 mil habitantes, Brasília tem 3 milhões. E, mesmo assim, pelo menos no plano piloto, acho a minha cidade mais limpa. Lembrando de meu amigo Fumaça, Brasília é uma bolha. Por fim, a comparação não é possível pq, simplesmente, não há como falar do Brasil a partir de Brasília.
Em realidades muito distintas é difícil fazer comparações, ainda mais quando não entendemos o que se passa para vermos os objetos comparáveis. Particularmente, o que chama a minha atenção é ver a forma de agir da comunidade e suas relações. Acho bem legal viver situações de contato pq temos a oportunidade de sair um pouco dos objetos e concentrarmo-nos nas pessoas. São elas que importam e fazem um grupo, uma comunidade, a sociedade. Aí conseguimos chegar em algum ponto de comparação. E, aqui, é curioso como nós, brasileiros, (re)agimos. Logicamente que não vou debulhar ladainha alguma pq de complexo do vira-lata já sofremos todos. Quero, somente, divulgar o link de algo que achei interessante. Problemas existem em todos os lugares, mas O problema é como nós reagimos diante deles.
http://noticias.uol.com.br/internacional/ultimas-noticias/2014/06/13/gringos-provam-que-os-problemas-nao-sao-so-no-brasil-e-reclamam-tambem.htm
Blog destinado a divulgação de informações que auxiliem pessoas interessadas na temática de doenças raras e que possam fomentar a organização da sociedade civil.
sexta-feira, 13 de junho de 2014
sexta-feira, 6 de junho de 2014
Divulgação de mídia
Conheci o Diário do Centro do Mundo a época das críticas a Ney Matogrosso. A forma que eles colocaram as afirmações do cantor chamou-me a atenção. Para cada afirmação eles indicavam se era verdade ou mentira, seguindo os dados de pesquisas que conseguiram. Ainda houve aquelas que se abstiveram por não conseguirem dados suficientes para análise. Pareceu-me algo mais próximo de uma crítica convincente e menos partidária.
Estão com alguns links de reportagens bem interessantes nesta semana. A divulgação do texto de um correspondente da BBC sobre o jantar que compartilhou com a presidente é interessante. Vejam em: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-relato-do-correspondente-da-bbc-sobre-seu-encontro-com-dilma/
Estão com alguns links de reportagens bem interessantes nesta semana. A divulgação do texto de um correspondente da BBC sobre o jantar que compartilhou com a presidente é interessante. Vejam em: http://www.diariodocentrodomundo.com.br/o-relato-do-correspondente-da-bbc-sobre-seu-encontro-com-dilma/
terça-feira, 3 de junho de 2014
2014 como a vitória tardia da luta armada no Brasil
Na última semana havia um encontro, com o prof. Boaventura, sobre a questão: Brasil e Portugal, como nos lemos e como nos vemos?
Particularmente, fiquei bem interessado. Contudo, frustrei-me porque o prof. não pôde comparecer e as questões ficaram restritas a visão Brasil-Portugal e, também, como potencializamos as mazelas de nossos colonizadores.
Por outro lado, ontem, minha expectativa foi alcançada. Houve mais de uma apresentação sobre o Brasil. O mais interessante é perceber uma separação muito grande entre aqueles que visitam o nosso país, consideram a sua complexidade e aqueles que se grudam a mensagens jornalísticas, caindo no cadafalso de reduzir a realidade brasileira ao que se percebe em jornais e com uma comparação direta, e errônea, entre o Brasil e o país que vive.
Antes de tudo, é preciso esclarecer que não sofro de qualquer mal e estou totalmente sóbrio, por isso, de forma alguma eu defendo que nosso país é uma maravilha e tudo funciona na medida do possível. Mas, por outro lado, é preciso relembrarmos que em um pouco mais de 500 anos de história, com a presidente Dilma, somente três presidentes foram eleitos democraticamente pelo povo e conseguem terminar o seu mandato: um sociólogo, um operário e uma mulher ex-militante da guerrilha. Daí já é uma perspectiva bem interessante para pensar sobre o que é a democracia para nós.
Também é preciso lembra que os estudos sobre o ano de 2014, a copa e a eleição merecem cuidado em conclusões rápidas e, portanto, rasteiras. Não há como realizar uma construção racional sobre a copa sem considerar que 2014 é o ano do 50° aniversário do golpe militar e que o governo possui projetos para apresentar à sociedade os arquivos militares daquela época. Sem partir para a teoria da conspiração, somente levanto a seguinte questão: Será que os militares e a direita não se preocupam com a triangulação de sucesso do governo Dilma vitória para este ano, na organização, daquilo que ela chama, da Copa das Copas; vitória da seleção brasileira na competição e a vitória em sua reeleição? Será que isso realmente passa despercebido por eles ou somente em imaginar a combinação desses fatores, temem a força que o governo pode conseguir neste ano e, principalmente, significar, definitivamente, a vitória tardia da luta armada no Brasil?
E, por último, a influência da mídia. É evidente a influência da mídia em todo o processo contra a copa. As estratégias das mídias sociais são conhecidas mas as proposições, se existem, não são comunicadas. Assim como não há o TUDO está bom, não pode haver o TUDO está ruim. Também devemos lembrar de duas coisas. 1. como as próprias forças "militares" (se lembram da questão do parágrafo anterior?) articulam-se para fazerem parte do "movimento" de rua como infiltrados ou promotores das ações. 2. Não devemos esquecer que a mesma mídia (Globo, grupo Abril e Cia) que esteve presente não somente durante a ditadura, quando manipulava a informação para massa não conhecer as atrocidades vividas no Brasil; também, estava ativa no impeachment de Collor (ou não se lembram das várias discussões que houve o dito "O povo quer o que a Globo quer"?; incita as manifestações de hoje.
Em 2014, ainda vivemos o 1964. De uma lado temos a mídia e os militares, de mãos dadas como naquela época, e do outro, não uma instituição, mas a mulher que eles não assassinaram quando tinham a oportunidade. Será que, realmente, eles não consideram essa relação?
No fundo, não me importo muito com a questão por parte deles porque sei a resposta. Mas será que nós vemos isso?
Particularmente, fiquei bem interessado. Contudo, frustrei-me porque o prof. não pôde comparecer e as questões ficaram restritas a visão Brasil-Portugal e, também, como potencializamos as mazelas de nossos colonizadores.
Por outro lado, ontem, minha expectativa foi alcançada. Houve mais de uma apresentação sobre o Brasil. O mais interessante é perceber uma separação muito grande entre aqueles que visitam o nosso país, consideram a sua complexidade e aqueles que se grudam a mensagens jornalísticas, caindo no cadafalso de reduzir a realidade brasileira ao que se percebe em jornais e com uma comparação direta, e errônea, entre o Brasil e o país que vive.
Antes de tudo, é preciso esclarecer que não sofro de qualquer mal e estou totalmente sóbrio, por isso, de forma alguma eu defendo que nosso país é uma maravilha e tudo funciona na medida do possível. Mas, por outro lado, é preciso relembrarmos que em um pouco mais de 500 anos de história, com a presidente Dilma, somente três presidentes foram eleitos democraticamente pelo povo e conseguem terminar o seu mandato: um sociólogo, um operário e uma mulher ex-militante da guerrilha. Daí já é uma perspectiva bem interessante para pensar sobre o que é a democracia para nós.
Também é preciso lembra que os estudos sobre o ano de 2014, a copa e a eleição merecem cuidado em conclusões rápidas e, portanto, rasteiras. Não há como realizar uma construção racional sobre a copa sem considerar que 2014 é o ano do 50° aniversário do golpe militar e que o governo possui projetos para apresentar à sociedade os arquivos militares daquela época. Sem partir para a teoria da conspiração, somente levanto a seguinte questão: Será que os militares e a direita não se preocupam com a triangulação de sucesso do governo Dilma vitória para este ano, na organização, daquilo que ela chama, da Copa das Copas; vitória da seleção brasileira na competição e a vitória em sua reeleição? Será que isso realmente passa despercebido por eles ou somente em imaginar a combinação desses fatores, temem a força que o governo pode conseguir neste ano e, principalmente, significar, definitivamente, a vitória tardia da luta armada no Brasil?
E, por último, a influência da mídia. É evidente a influência da mídia em todo o processo contra a copa. As estratégias das mídias sociais são conhecidas mas as proposições, se existem, não são comunicadas. Assim como não há o TUDO está bom, não pode haver o TUDO está ruim. Também devemos lembrar de duas coisas. 1. como as próprias forças "militares" (se lembram da questão do parágrafo anterior?) articulam-se para fazerem parte do "movimento" de rua como infiltrados ou promotores das ações. 2. Não devemos esquecer que a mesma mídia (Globo, grupo Abril e Cia) que esteve presente não somente durante a ditadura, quando manipulava a informação para massa não conhecer as atrocidades vividas no Brasil; também, estava ativa no impeachment de Collor (ou não se lembram das várias discussões que houve o dito "O povo quer o que a Globo quer"?; incita as manifestações de hoje.
Em 2014, ainda vivemos o 1964. De uma lado temos a mídia e os militares, de mãos dadas como naquela época, e do outro, não uma instituição, mas a mulher que eles não assassinaram quando tinham a oportunidade. Será que, realmente, eles não consideram essa relação?
No fundo, não me importo muito com a questão por parte deles porque sei a resposta. Mas será que nós vemos isso?
segunda-feira, 2 de junho de 2014
Jornadas Luso-Francesas de Ciências Sociais
Bem, cá estou eu, na sala Keynes da Faculdade de Economia da Universidade de Coimbra, para o encontro das jornadas Luso-Francesas de Ciências Sociais. É um evento de parceria entre a UC e a Universidade de Bordeux.
Além de ser um momento de troca de conhecimento entre os alunos e os professores de ambas as universidades, será um momento de partilha e construção da pesquisa que os alunos do doutoramento estão a desenvolver.
Particularmente, a minha participação será no período da tarde com o tema: Pele de Cordeiro? Associativismo e Mercado na produção do cuidado para doenças raras. Confesso, que espero conseguir algumas críticas ao trabalho. Se isso acontecer é porque ele levantou, pelo menos, algum interesse dos responsáveis por sua leitura: Prof. Elísio Estanque - UC e Rozen Nakanabo-Diallo - Sciences Po Bordeaux.
Se em uma palestra na FEUC, um prof. pesquisador da Oswaldo Cruz, com vários títulos no currículo, abriu a sua palestra para dizer do seu nervosismo de estar em Coimbra, imagine eu? Brasiliensizinho, que começou a vida acadêmica perto dos 40 anos? Bem, pelo menos, tentarei fazer cara como se fosse a coisa mais normal do mundo, ;))
Então, vou lá! Vai começar.
Grande abraço!
segunda-feira, 26 de maio de 2014
Viver sem agrotóxicos
Aproveitando o post anterior. Não é de romance que vivemos, mas de luta e mobilização.
Por uma vida sem agrotóxicos
https://www.youtube.com/watch?v=fyvoKljtvG4
Por uma vida sem agrotóxicos
https://www.youtube.com/watch?v=fyvoKljtvG4
Visão romântica?
O interessante das aulas do doutoramento é podermos encontrar, mesmo dentro do curso de sociologia, visões muito diferentes e um tanto carregada de preconceito e estigmatismo. Em uma das aulas que frequento há uma intensa discussão sobre a necessidade de haver a construção conjunta do conhecimento entre a academia e a população. Na verdade, a posição do acadêmico que "ouve" as demandas do público é colocada em questionamento uma vez que esse ouvir, muitas vezes, é somente uma tentativa de confirmação das suspeitas iniciais do trabalho de pesquisa do investigador. Mesmo depois de quase dois meses de aula percebe-se que não há o avanço de algumas discussões onde as pessoas firmam o seu posicionamento, por exemplo, na crítica sobre a participação dos mediadores na construção democrática.
Ora, o princípio é que o ser humano, por sua própria natureza, não tem como manter uma posição neutra, por mais que se tente. Desta maneira, no papel da mediação sempre terá a intenção do mediador. Esse é um fato consumado e, acredito, não haver discussão. Contudo, para um militante que virou acadêmico, é difícil ouvir uma critica generalizada sobre o papel do mediador como se o sujeito estivesse pronto para realizar a manipulação da público, sempre para o lado do mais forte. Essa visão é um tanto errônea uma vez que, de maneira clara, ainda possui o preconceito de não ouvir a base e os movimentos sociais. Para falar sobre o papel da mediação é preciso perceber os diferentes contextos. A visão que existe os profissionais da mediação ou os mediadores que possuem um fim específico, logicamente, não está longe da verdade quando pensamos nos processos institucionais da saúde ou do orçamento participativo, ainda mais quando as associações civis que participam destes ambientes possuem a consciência do envolvimento político e, algumas, inclusive, distanciam-se destas construções por acreditarem que a ação local é mais efetiva.
Porém, essa generalização fere a grande maioria das pessoas que buscam a melhoria para sua comunidade, às vezes, com ações individuais. Os líderes de bairro, representantes de comunidade, de associações, vizinhança etc, em seu início, possuem a intenção de representar aqueles que convivem com uma realidade muito próxima da que ele próprio vivencia. Sem institucionalismo, as pessoas são livres para seguirem o que acreditam.
A crítica para o movimento social também dirige-se à academia, quando promulga-se que os estudos sobre a participação social são muito romanceados. Sem deixar o gelado da fúria que enche o coração chegar até as palavras com afirmações deste tipo, resigno-me somente em pensar: Será que essa pessoa, um doutorando, compreende que não existe romance no movimento social? Quando lemos os textos na linha do engajamento social e encontramos palavras como liberdade, emancipação, trincheiras, luta e outras do tipo, seguramente, não é de um romance que estamos falando. Pessoas que possuem a experiência no movimento social a partir da tela do computador, não conseguem entender o fervor de uma discussão entre os próprios militantes e a ginga que é preciso conseguir para ficar ao ombro de pessoas que representam o governo e grandes instituições. Não é de romance que estamos falando e muito menos os textos são para romancistas ou ingênuos. Os textos são o mais próximo do que um militante pode encontrar de incentivo e certa orientação. São portanto, visões de incentivo e coragem.
Ao mesmo tempo, como uma boa forma de contar o passado e a limitação causada pela relação TEMPO x AÇÃO, as palavras contadas sobre um estudo com a ação social pode não serem tão verídicas quando publicadas, mesmo poucos meses depois. O que é preciso decidir é o quão velhas serão elas serão. Como na visão do prof. Boaventura, o militante acadêmico não pode deixar que as ações de campo sejam jornais velhos.
Seguimos em frente, com os textos que, antes de tudo, representam a CORAGEM do movimento social!
Ora, o princípio é que o ser humano, por sua própria natureza, não tem como manter uma posição neutra, por mais que se tente. Desta maneira, no papel da mediação sempre terá a intenção do mediador. Esse é um fato consumado e, acredito, não haver discussão. Contudo, para um militante que virou acadêmico, é difícil ouvir uma critica generalizada sobre o papel do mediador como se o sujeito estivesse pronto para realizar a manipulação da público, sempre para o lado do mais forte. Essa visão é um tanto errônea uma vez que, de maneira clara, ainda possui o preconceito de não ouvir a base e os movimentos sociais. Para falar sobre o papel da mediação é preciso perceber os diferentes contextos. A visão que existe os profissionais da mediação ou os mediadores que possuem um fim específico, logicamente, não está longe da verdade quando pensamos nos processos institucionais da saúde ou do orçamento participativo, ainda mais quando as associações civis que participam destes ambientes possuem a consciência do envolvimento político e, algumas, inclusive, distanciam-se destas construções por acreditarem que a ação local é mais efetiva.
Porém, essa generalização fere a grande maioria das pessoas que buscam a melhoria para sua comunidade, às vezes, com ações individuais. Os líderes de bairro, representantes de comunidade, de associações, vizinhança etc, em seu início, possuem a intenção de representar aqueles que convivem com uma realidade muito próxima da que ele próprio vivencia. Sem institucionalismo, as pessoas são livres para seguirem o que acreditam.
A crítica para o movimento social também dirige-se à academia, quando promulga-se que os estudos sobre a participação social são muito romanceados. Sem deixar o gelado da fúria que enche o coração chegar até as palavras com afirmações deste tipo, resigno-me somente em pensar: Será que essa pessoa, um doutorando, compreende que não existe romance no movimento social? Quando lemos os textos na linha do engajamento social e encontramos palavras como liberdade, emancipação, trincheiras, luta e outras do tipo, seguramente, não é de um romance que estamos falando. Pessoas que possuem a experiência no movimento social a partir da tela do computador, não conseguem entender o fervor de uma discussão entre os próprios militantes e a ginga que é preciso conseguir para ficar ao ombro de pessoas que representam o governo e grandes instituições. Não é de romance que estamos falando e muito menos os textos são para romancistas ou ingênuos. Os textos são o mais próximo do que um militante pode encontrar de incentivo e certa orientação. São portanto, visões de incentivo e coragem.
Ao mesmo tempo, como uma boa forma de contar o passado e a limitação causada pela relação TEMPO x AÇÃO, as palavras contadas sobre um estudo com a ação social pode não serem tão verídicas quando publicadas, mesmo poucos meses depois. O que é preciso decidir é o quão velhas serão elas serão. Como na visão do prof. Boaventura, o militante acadêmico não pode deixar que as ações de campo sejam jornais velhos.
Seguimos em frente, com os textos que, antes de tudo, representam a CORAGEM do movimento social!
domingo, 25 de maio de 2014
Facebook desativado (por enquanto)
Seguindo a proposta do último post, fiquei atento ao sentimento que move as minhas relações. Percebi um conflito muito grande entre o ganhar x perdemos. O ganhar é significativo para conseguir ir adiante com a minha família em uma nova situação, novo país, nova cultura, enfim, novo tudo. Parte de um princípio de proteção. Contudo esse sentimento é parte da construção que foi a minha vida e posso entrar na armadilha que nós criamos citada no antigo post. Não tenho certeza sobre a sua possibilidade de acolher a minha família na perspectiva que eu ganho. Porque é muito cansativo, pensar durante todo o tempo, que eu devo ganhar porque, da mesma forma, também penso que alguém quer ganhar sobre mim. Desta maneira, o estado de alerta que eu crio para poder não só ganhar mas, também, proteger-me de algo que eu construí, gera cansaço e solidão. Percebida a dialética inerente ao ganhar x perder, abro o caminho para uma reconstrução do ser.
O primeiro passo, foi desativar a minha conta no Facebook. Há algum tempo ando pensando sobre o pq eu estar no Facebook. Bem, de início, a minha conta do FB tinha somente um objetivo: Divulgar as ações da AMAVI para o maior público possível. Foi bom e conseguimos ótimos resultados. Mas acontece que, aos poucos, fiquei viciado em ter que acessar o FB frequentemente. Mas o pq eu acessava o FB? Para ver o que as outras pessoas andavam fazendo. Não acessava para procurar informação, mas para ver as postagens das pessoas que acompanho. Vi-me na ansiedade de acessar o FB uma, duas, três ou quatro vezes ao dia. Para quê? buscar informação? conseguir novas perspectivas? não, somente para, como minha avó diria, vigiar a vida dos outros e fofocar. Assim, por não conseguir ver algo de bom que o FB( Fofoca's Booking) pode proporcionar-me no momento, pelo incômodo de ver como as pessoas se expõe na rede, pela campanha política rasteira, por acreditar que podemos continuar a alcançar as pessoas por meios que se distanciam do FB e, principalmente, por não conseguir ver qualquer sentido naquilo, desativei a conta.
Bem, seguirei para a crise de abstinência que está por vir, ;o))
O primeiro passo, foi desativar a minha conta no Facebook. Há algum tempo ando pensando sobre o pq eu estar no Facebook. Bem, de início, a minha conta do FB tinha somente um objetivo: Divulgar as ações da AMAVI para o maior público possível. Foi bom e conseguimos ótimos resultados. Mas acontece que, aos poucos, fiquei viciado em ter que acessar o FB frequentemente. Mas o pq eu acessava o FB? Para ver o que as outras pessoas andavam fazendo. Não acessava para procurar informação, mas para ver as postagens das pessoas que acompanho. Vi-me na ansiedade de acessar o FB uma, duas, três ou quatro vezes ao dia. Para quê? buscar informação? conseguir novas perspectivas? não, somente para, como minha avó diria, vigiar a vida dos outros e fofocar. Assim, por não conseguir ver algo de bom que o FB( Fofoca's Booking) pode proporcionar-me no momento, pelo incômodo de ver como as pessoas se expõe na rede, pela campanha política rasteira, por acreditar que podemos continuar a alcançar as pessoas por meios que se distanciam do FB e, principalmente, por não conseguir ver qualquer sentido naquilo, desativei a conta.
Bem, seguirei para a crise de abstinência que está por vir, ;o))
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